domingo, 26 de setembro de 2010

As tuas mãos terminam em segredo

As tuas mãos terminam em segredo
As tuas mãos terminam em segredo. Os teus olhos são negros e macios Cristo na cruz os teus seios (?) esguios E o teu perfil princesas no degredo...
Entre buxos e ao pé de bancos frios Nas entrevistas alamedas, quedo O vendo põe o seu arrastado medo Saudoso o longes velas de navios.
Mas quando o mar subir na praia e for Arrasar os castelos que na areia As crianças deixaram, meu amor,
Será o haver cais num mar distante... Pobre do rei pai das princesas feias No seu castelo à rosa do Levante!

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